# Roteiro de vídeo: como escrever um do zero (estruturas, exemplos e modelo)

> A estrutura universal de 5 blocos, as 3 perguntas antes de escrever e 2 roteiros completos (reel de 30s e institucional de 90s), com modelo em PDF pra baixar.

**Autor:** Murilo Souza · **Categoria:** Social Media · **Publicado:** 2026-08-01
**Canonical:** https://koko.ag/blog/roteiro-de-video

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**Roteiro de vídeo é o documento que define, antes de qualquer gravação, o que vai ser dito e o que vai ser mostrado em cada segundo do vídeo, do gancho ao CTA.** Sem ele, o que existe é improviso com a câmera ligada. Às vezes dá certo. Na média, produz aquele vídeo que a empresa posta, a equipe curte por solidariedade e o algoritmo enterra em 48 horas.

O contexto não perdoa mais o improviso. O brasileiro passa mais de 9 horas por dia conectado, segundo o [DataReportal](https://datareportal.com/), e uma fatia enorme desse tempo é vídeo: só o YouTube alcança mais de 140 milhões de pessoas por mês no Brasil, segundo o próprio Google. Todo mundo disputa esse feed, da Ambev ao seu concorrente de bairro. E a diferença entre o vídeo que segura audiência e o que morre no segundo 3 costuma estar decidida antes do REC: no texto.

Só que quase todo material sobre roteiro em português ensina ou cinema (master scenes, plot point, arco de personagem) ou dica solta de reels. Esse artigo cobre o meio, que é onde o marketing vive: roteiro pra qualquer vídeo comercial, do reel de 30 segundos ao institucional, do YouTube longo ao anúncio.

## Como fazer um roteiro de vídeo, em uma frase

**Pra fazer um roteiro de vídeo, responda três perguntas antes de escrever (pra quem é o vídeo, contra o quê ele compete pela atenção, qual a próxima ação esperada) e preencha cinco blocos nessa ordem: gancho, promessa, desenvolvimento, pagamento e CTA, sempre em duas colunas, o que se ouve e o que se vê.**

Esse é o método inteiro. O resto do artigo é a versão expandida, com dois roteiros completos pra copiar e adaptar.

## As 3 perguntas antes de qualquer linha

Roteiro ruim quase nunca erra na escrita. Erra antes, na falta de resposta pra três perguntas que ninguém se deu ao trabalho de fazer.

**1. Pra quem é esse vídeo?** Uma pessoa, não um público. "Empresários" não é resposta. "Dono de restaurante que paga R$ 3 mil por mês de comissão pro iFood e resmunga toda vez que fecha o caixa", isso sim. E não, especificidade não estreita o alcance: milhares de donos de restaurante vão se reconhecer nessa frase.

**2. Contra o quê ele compete?** Cada formato tem um inimigo diferente. O reel compete contra o scroll. No YouTube longo, o inimigo é a barra de progresso e aquele vídeo sugerido piscando do lado. Já o institucional, numa reunião comercial, disputa com o celular na mesa, e a VSL briga com o botão de fechar a aba. Saber quem é o inimigo muda o texto: no reel você escreve pra impedir o swipe no segundo 2, no institucional, pra fazer o diretor levantar o olho da tela.

**3. Qual a próxima ação?** Uma só. Salvar o vídeo, mandar DM, agendar visita, clicar no link. Vídeo com três CTAs tem zero CTA. Se você não sabe o que quer que a pessoa faça depois de assistir, o roteiro não está pronto pra ser escrito (melhor descobrir isso antes da diária de gravação, não depois).

![As 3 perguntas que definem um roteiro de vídeo antes da primeira linha: pra quem é, contra o quê compete pela atenção (scroll, vídeo sugerido, celular na mesa, fechar a aba) e qual a próxima ação única esperada](/images/blog/roteiro-de-video-3-perguntas.svg)

## A estrutura universal de 5 blocos

Todo vídeo comercial que funciona, de 15 segundos a 15 minutos, passa pelos mesmos cinco blocos. O que muda de formato pra formato é a proporção, nunca a ordem.

1. **Gancho (cerca de 10% do tempo).** A primeira frase ou imagem, com função única: impedir que a pessoa vá embora. Não apresenta, não contextualiza. No formato curto é sobrevivência: 62% da audiência decide se fica ou sai antes de qualquer conteúdo aparecer, dado que a gente destrinchou em [hooks e aberturas de reels](/blog/hooks-aberturas-reels/).

2. **Promessa (cerca de 10%).** O contrato com o espectador: o que ele ganha se ficar até o fim. "Em 30 segundos você vai saber se estourou o limite do MEI." É o que convence quem parou no gancho, mas ainda tá com o dedo no scroll, a ficar até o fim.

3. **Desenvolvimento (50 a 60%).** O conteúdo em si, quebrado em beats de 8 a 15 segundos. Cada beat entrega uma ideia e abre a porta da próxima. Beat que não puxa o seguinte é onde a curva de retenção despenca no meio.

4. **Pagamento (10 a 15%).** A entrega da promessa, a conclusão que amarra os beats. Vídeo sem pagamento termina em "tá, e daí?". No gráfico de retenção isso aparece como queda brusca no final, padrão explicado em [como ler o gráfico de retenção de reels](/blog/grafico-de-retencao-reels-instagram/).

5. **CTA (10 a 15%).** A próxima ação, uma e específica, de preferência com motivo ("salva pra revisar em dezembro").

A Meta bate nessa tecla no [Creator Lab](https://creators.instagram.com/): vídeo com estrutura clara de gancho, desenvolvimento e fechamento retém 2 a 3 vezes mais que vídeo improvisado. E as 7 estruturas clássicas de roteiro (PASTOR, AIDA, loop infinito e companhia) são variações desses 5 blocos com ênfases diferentes; o catálogo completo com copy escrito está em [as 7 estruturas de roteiro para reels](/blog/estruturas-roteiro-reels/).

![Estrutura universal de roteiro de vídeo em 5 blocos numa timeline: gancho (10% do tempo), promessa (10%), desenvolvimento em beats de 8 a 15 segundos (50 a 60%), pagamento (10 a 15%) e CTA (10 a 15%)](/images/blog/roteiro-de-video-5-blocos.svg)

## Formato, duração e objetivo: a régua rápida

Antes de escrever, vale cravar em qual caixa o vídeo vive. A tabela abaixo é a régua que a gente usa em briefing de cliente.

| Formato | Duração típica | Objetivo | Onde roda |
|---|---|---|---|
| **Reel / Short / TikTok** | 15 a 60s | Alcance, topo de funil, autoridade | Instagram, TikTok, YouTube Shorts |
| **YouTube longo** | 6 a 15 min | Profundidade, busca, nutrição de audiência | YouTube, embed em blog e email |
| **Institucional** | 60 a 120s | Credibilidade, meio de funil | Site, proposta comercial, evento, LinkedIn |
| **VSL / vídeo de vendas** | 3 a 20 min | Conversão direta | Landing page, funil de lançamento |
| **Anúncio (in-stream, bumper)** | 6 a 30s | Lembrança de marca, oferta | Meta Ads, YouTube Ads, TikTok Ads |

A estrutura de 5 blocos estica e encolhe conforme a linha da tabela. No reel de 30 segundos, o gancho tem 3 segundos e o desenvolvimento cabe em 2 beats. No YouTube de 12 minutos, o gancho vira um cold open de 30 a 40 segundos (geralmente o melhor trecho do próprio vídeo) e o desenvolvimento comporta 5 a 8 beats com respiro. Na VSL, o desenvolvimento incha de prova social, porque o trabalho ali é vencer objeção atrás de objeção até o pitch.

E tem uma variável que a duração não captura: o que o vídeo vende. Serviço pede prova social, processo e autoridade de quem opera; produto pede demonstração, benefício e urgência. Essa diferença muda o miolo do desenvolvimento, e tem artigo só sobre ela: [roteiro de reels para serviço vs produto](/blog/roteiro-reels-servico-vs-produto/).

![Matriz de 5 formatos de vídeo (reel/short, YouTube longo, institucional, VSL e anúncio) cruzando duração típica, objetivo de funil e onde cada um roda, do gancho de 3 segundos no reel ao cold open de 40 segundos no YouTube](/images/blog/roteiro-de-video-matriz-formatos.svg)

## Duas colunas: o que se ouve, o que se vê

Roteiro comercial profissional se escreve em duas colunas. Na esquerda, o áudio: locução, fala, trilha. Na direita, a imagem: enquadramento, corte, texto na tela, b-roll. A coluna da imagem é a mais negligenciada do marketing brasileiro, e é ela que separa vídeo de podcast filmado. Os dois exemplos abaixo estão nesse formato, prontos pra copiar.

## Exemplo 1: roteiro completo de reel (30 segundos)

Cenário: contadora que atende MEI, vídeo educativo de topo de funil. Ação esperada: salvar o vídeo.

| Tempo | Bloco | Áudio (o que se ouve) | Imagem (o que se vê) |
|---|---|---|---|
| 0-3s | Gancho | "Se você é MEI e faturou mais de R$ 6.750 em um mês, presta atenção nos próximos 30 segundos." | Contadora em close, olhando pra câmera. Texto na tela: "MEI: R$ 6.750/mês" |
| 3-6s | Promessa | "Eu vou te mostrar como saber se você vai estourar o limite do ano e o que fazer antes da multa." | Corte seco. Ela puxa uma calculadora pra frente da câmera |
| 6-14s | Desenvolvimento · beat 1 | "O limite do MEI é R$ 81 mil por ano, não por mês. Um mês forte, sozinho, não te desenquadra." | Texto na tela: "R$ 81.000/ANO". B-roll rápido de planilha |
| 14-22s | Desenvolvimento · beat 2 | "Faz a conta comigo: soma tudo que você faturou no ano e divide pelos meses que já passaram. Média acima de R$ 6.750, sinal amarelo." | Ela digita na calculadora; o resultado sobe em destaque na tela |
| 22-26s | Pagamento | "Se a média passou, ainda dá tempo: provisiona o imposto, ajusta o preço ou prepara a migração pro Simples sem susto." | Três cards aparecem na tela, um por opção |
| 26-30s | CTA | "Salva esse vídeo pra refazer essa conta em dezembro. Vale mais que post-it na geladeira." | Ela aponta pro canto do botão de salvar. Texto: "SALVA 📌" |

Repara na aritmética: o roteiro inteiro tem cerca de 75 palavras faladas, e não por acaso. Narração em ritmo natural de conversa, em português, roda entre 130 e 160 palavras por minuto (régua prática da Koko, calibrada em edição de cliente). Um reel de 30 segundos comporta 65 a 80 palavras. Roteiro com 120 palavras pra 30 segundos só fecha se você falar como leiloeiro de gado.

![Anatomia de um roteiro de reel de 30 segundos anotada numa timeline: gancho de 0 a 3s, promessa de 3 a 6s, desenvolvimento em 2 beats de 6 a 22s, pagamento de 22 a 26s e CTA de 26 a 30s, com 65 a 80 palavras faladas no total](/images/blog/roteiro-de-video-anatomia-reel.svg)

## Exemplo 2: roteiro completo de vídeo institucional (90 segundos)

Cenário: fábrica de móveis planejados, vídeo pro site e pra proposta comercial. Ação esperada: agendar visita ao showroom.

| Tempo | Bloco | Áudio (o que se ouve) | Imagem (o que se vê) |
|---|---|---|---|
| 0-8s | Gancho | Som de serra, sem narração até o 4º segundo. Narração: "Todo mundo conhece uma história de móvel planejado que atrasou três meses e chegou com a porta errada." | Close nas mãos de um marceneiro passando régua numa chapa. Nenhum logo em tela |
| 8-15s | Promessa | "Nos próximos 60 segundos, a gente mostra o que faz um projeto sair da tela e chegar na sua parede exatamente igual." | Plano aéreo do galpão da fábrica. Lettering discreto com o nome da marca |
| 15-35s | Desenvolvimento · processo | "Aqui, nenhuma chapa é cortada antes do projeto 3D ser aprovado por você. A medição é digital, o corte é CNC e cada peça sai numerada de fábrica." | Sequência: medição a laser no apartamento do cliente, projeto 3D girando na tela, máquina CNC cortando, etiqueta sendo colada na peça |
| 35-55s | Desenvolvimento · pessoas | Depoimento do marceneiro, sem narração: "Eu tô aqui há 15 anos. Móvel que sai errado volta pra minha bancada. Então não sai errado." | Marceneiro de frente pra câmera, na bancada dele. Nome e função em lettering |
| 55-65s | Desenvolvimento · prova | "Mais de 3 mil cozinhas entregues, de Caxias à Zona Norte." | Cliente real abrindo os armários da cozinha instalada, sem pose |
| 65-80s | Pagamento | "No fim, o que a gente entrega não cabe no caminhão: é a certeza de que o móvel aprovado na tela é o móvel instalado na parede." | Split screen: projeto 3D de um lado, cozinha pronta do outro, mesmo ângulo |
| 80-90s | CTA | "Agenda uma visita ao showroom. O projeto 3D é por nossa conta." | Fachada do showroom, endereço, WhatsApp e logo em tela cheia |

Detalhe que passa batido: a empresa só aparece nomeada depois do segundo 8, e a história dela (os 15 anos do marceneiro, as 3 mil cozinhas) só entra quando já ganhou o direito de ser contada. Institucional que abre com "fundada em 1998, nossa missão é..." perde a reunião pro celular na mesa antes do segundo 10.

## Os 3 erros que mais estragam roteiro

Três padrões respondem pela maioria dos vídeos que morrem cedo. Todos têm correção simples.

**Erro 1: começar apresentando a empresa.** "Oi, eu sou a Fernanda, sócia da agência tal, e hoje eu vim falar sobre..." São 8 segundos sobre você num momento em que o espectador só se importa com ele mesmo. Correção: abrir com o problema de quem assiste e deixar a apresentação pro desenvolvimento, quando a atenção já foi conquistada (quem você é importa, só que não nos primeiros 8 segundos).

**Erro 2: CTA genérico.** "Curte, comenta, compartilha e ativa o sininho" são quatro pedidos e zero ação. "Entre em contato" sem dizer por onde é convite pra lugar nenhum. Correção: um pedido, específico, com motivo. "Salva pra refazer a conta em dezembro" converte mais que "segue pra mais dicas" porque a ação continua útil depois do vídeo.

**Erro 3: roteiro decorado que vira leitura.** Texto escrito pra ser lido tem frase longa, subordinada, vocabulário de relatório. Na frente da câmera, isso produz olhar de refém e entonação de telejornal de 1994. Correção: escrever beats, não parágrafos. A primeira frase de cada bloco fica pronta, palavra por palavra (gancho e CTA merecem esse cuidado); o miolo fica em tópicos falados com as suas palavras, gravando por blocos de 10 a 15 segundos em vez de caçar o monólogo perfeito.

![Os 3 erros mais comuns de roteiro de vídeo com a correção de cada um: abrir apresentando a empresa vs abrir com o problema do espectador, CTA genérico vs uma ação específica com motivo, e texto decorado vs beats gravados em takes de 10 a 15 segundos](/images/blog/roteiro-de-video-erros.svg)

## Como a Koko trabalha

Roteiro é entregável padrão nos contratos de social media da Koko: todo vídeo de cliente, do reel ao institucional, nasce num documento de duas colunas antes de qualquer diária de gravação. É a parte mais barata da produção e a que mais mexe no resultado.

Se você quer começar pelo formato curto, baixa o **[modelo de roteiro de reels da Koko (PDF)](https://koko.ag/roteiro-de-reels.pdf)**, o mesmo template que a gente usa em conta de cliente, com a página do material em [/educacao/materiais/roteiro-de-reels/](/educacao/materiais/roteiro-de-reels/). E se o desafio é maior que um template (calendário, produção, distribuição, mensuração), dá pra [conversar com a gente](/#contato).

## FAQ

**O que é um roteiro de vídeo?**
É o documento que organiza, antes da gravação, o que será dito e o que será mostrado em cada trecho do vídeo. O formato profissional usa duas colunas (áudio e imagem) e divide o vídeo em blocos: gancho, promessa, desenvolvimento, pagamento e CTA.

**Como fazer um roteiro de vídeo passo a passo?**
Primeiro responda três perguntas: pra quem é o vídeo, contra o quê ele compete pela atenção e qual a próxima ação esperada. Depois preencha os 5 blocos na ordem (gancho, promessa, desenvolvimento, pagamento, CTA), escrevendo áudio e imagem lado a lado. Por fim, leia em voz alta e corte até caber na duração alvo.

**Onde encontro um exemplo de roteiro de vídeo em PDF?**
O modelo de roteiro da Koko é gratuito e está em [koko.ag/roteiro-de-reels.pdf](https://koko.ag/roteiro-de-reels.pdf). Foi desenhado pra reels, mas a estrutura de blocos em duas colunas se adapta a institucional, YouTube e anúncio.

**Quantas palavras tem um roteiro de vídeo por minuto?**
Narração em ritmo natural de conversa, em português, fica entre 130 e 160 palavras por minuto (régua prática da Koko). Um reel de 30 segundos comporta 65 a 80 palavras faladas; um institucional de 90 segundos, entre 180 e 220, descontando os respiros de imagem.

**Qual a diferença entre roteiro e storyboard?**
O roteiro é texto: descreve áudio e imagem em colunas, bloco a bloco. O storyboard é desenho: transforma a coluna de imagem em quadros ilustrados, plano a plano. Em produção enxuta de social media, o roteiro de duas colunas costuma dispensar o storyboard; em produção com diária cara, o storyboard evita retrabalho.

**Preciso decorar o roteiro pra gravar?**
Não, e é melhor não decorar. Decore só a primeira frase de cada bloco (gancho e CTA palavra por palavra) e fale o resto em cima de tópicos, gravando por blocos de 10 a 15 segundos. Texto decorado por inteiro vira leitura, e leitura mata a naturalidade que segura retenção.

## Conclusão

Roteiro é a etapa mais barata da produção de vídeo e a que mais determina o resultado. Custa uma hora de trabalho e um documento de uma página. Mesmo assim é a primeira coisa cortada quando a agenda aperta, enquanto a discussão sobre qual câmera comprar consome semanas. Câmera boa filmando roteiro ruim entrega vídeo ruim em 4K.

Se você só levar uma coisa daqui, leva a ordem: três perguntas, cinco blocos, duas colunas. Talento e edição ajudam, mas nenhum dos dois conserta um vídeo que não sabia pra quem falava nem o que queria que acontecesse depois.

## Leia também

- [As 7 estruturas de roteiro para reels que seguram retenção](/blog/estruturas-roteiro-reels/) · PASTOR, AIDA, loop infinito e mais 4, com copy completo
- [30 hooks para reels que prendem nos 3 primeiros segundos](/blog/hooks-aberturas-reels/) · aberturas testadas pra roubar o bloco 1 do seu roteiro
- [Roteiro de reels para serviço vs produto](/blog/roteiro-reels-servico-vs-produto/) · o que muda no desenvolvimento quando o vídeo vende confiança
- [O gráfico de retenção explica por que seu Reel bombou](/blog/grafico-de-retencao-reels-instagram/) · a curva que mostra em qual bloco seu roteiro falhou

## Fontes e referências

1. [DataReportal · Digital 2026: Brazil](https://datareportal.com/)
2. [Think with Google · dados de consumo de vídeo](https://www.thinkwithgoogle.com/)
3. [Meta · Instagram Creators / Creator Lab](https://creators.instagram.com/)
4. [IAB Brasil · Digital AdSpend](https://iabbrasil.com.br/)
5. [Hootsuite · relatórios de social media](https://www.hootsuite.com/)

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*Esse é o método de roteiro que a Koko usa em conta de cliente, do reel ao institucional. Se você quer o template pronto, o [PDF é gratuito](https://koko.ag/roteiro-de-reels.pdf). Se quer alguém pra escrever, gravar e medir com você, [fala com a gente](/#contato).*